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Aposentados 28/11/2018 5:29:55 » Por Richard Casal Atualizado em 28/11/2018 5:33h

Vereadora do ABC é presa por comandar fraude previdenciária

Estimativa inicial é de que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões. Mais 3 pessoas foram presas


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A Polícia Federal prendeu quatro pessoas em São Paulo e cumpriu seis de busca e apreesão contra suspeitos de envolvimento em fraude previdenciária. Estimativa inicial é de que as fraudes possam ter causado prejuízo de R$ 170 milhões.

Entre as presas está a vereadora de Santo André, Elian Santana (Solidariedade), suspeita de comandar o grupo que chegava a cobrar R$ 10 mil para fraudar a contagem de tempo dos beneficiários.

Em nota, o Solidariedade disse em nota que suspendeu a filiação de Elian e enviou a denúncia à comissão de ética do partido.

A Câmara Municipal de Santo André disse que preza pela transparência e que está à disposição para esclarecimentos.

A chefe de gabinete da vereadora também foi presa nesta segunda. Os outros detidos são um homem que atuava como procurador dos segurados e um servidor da agência do INSS em Diadema que inseria os dados falsos nos sistemas informatizados da Previdência. Segundo os investigadores, além das quantias cobradas pela prestação da falsa assessoria, o esquema gerava ganhos político-eleitorais à parlamentar, que figurava como responsável pela obtenção das aposentadorias aos clientes.

A Operação nomeada Badour preendeu cerca de R$ 42 mil e US$ 3 mil em espécie na casa de um servidor do INSS em Diadema. Também foram apreendidos documentos e mídias para armazenamento de dados.

A investigação policial começou em junho após a PF receber informações de inteligência da Secretaria de Previdência Social, que havia detectado inconsistências nos pedidos de aposentadorias em uma agência do INSS em Diadema/SP.

"As investigações apontam que os pedidos suspeitos eram relacionados a trabalhadores de bancos, públicos e privados, além de empresas de telefonia, que pleiteavam aposentadoria por tempo de contribuição com tempo a menor, apresentando documentos falsos para comprovar que trabalhariam em condições insalubres ou perigosas, mas essas condições não se verificavam", diz a investigação.

A Advocadia Geral da União (AGU) solicitou o bloqueio patrimonial de alguns envolvidos, para tentar garantir a restituição dos valores desviados e reaver o produto do crime.

Os investigados responderão, de acordo com as condutas praticadas, pelos crimes de organização criminosa, inserção de dados falsos nos sistemas informatizados, corrupção passiva e estelionato qualificado.




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