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Aposentados 30/10/2018 10:34:16 » Por Richard Casal Atualizado em 30/10/2018 10:36h

Sindicalismo reconhece resultado eleitoral, mas promete reagir a ataques

A orientação é buscar ampla unidade de ação e resistir


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O movimento sindical observa falas e movimentos do recém-eleito Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência da República. 

Há temor de que ele radicalize as reformas neoliberais e a agenda regressiva nas relações capital-trabalho. A orientação é buscar ampla unidade de ação e resistir.

Força - Ontem, a Força Sindical reuniu-se em São Paulo e emitiu Nota com a posição da entidade. O tom é de respeito às urnas e à alternância de poder.
 
Diz o texto: “Respeitamos o resultado e desejamos que o eleito, em cumprimento à Constituição, possa recolocar o País no rumo do desenvolvimento, do respeito aos direitos trabalhistas e previdenciários, aos direitos individuais e à imprensa livre, passando a falar para todos os brasileiros, e não só a seu eleitorado, posição que deve ser, também, das forças de oposição”.

Miguel Torres, presidente, e João Carlos Gonçalves (Juruna), secretário-geral, que assinam a Nota, reafirmam “a necessidade da unidade de ação das Centrais, buscando fortalecer o diálogo com as forças institucionais na construção de um País mais justo e igualitário”.

O 1º Secretário da Força, Sérgio Luiz Leite, lembra que muitos trabalhadores votaram no Bolsonaro. E arremata: “Teremos que dialogar muito com o Congresso Nacional e manter a unidade das Centrais”.

CUT - A Direção da Central distribuiu Nota alertando que o futuro governo “vai tentar aprofundar o programa neoliberal” de Temer, além de “tentar perseguir e reprimir o movimento sindical, os movimentos sociais, bem como os setores populares em geral”. “É hora de unidade das forças democrático-populares para resistir”, afirma o texto.

CTB - Para a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, o crescimento conservador terá que ser encarado como energia nas lutas sociais, ruas e no Congresso.


“O caminho da classe trabalhadora é o da resistência enérgica contra a nova onda de retrocessos. Urge formar uma ampla frente democrática e popular em defesa da democracia, dos interesses sociais e da soberania nacional. A luta continua”, ressalta o seu presidente, Adilson Araújo.




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